9 de julho de 2007

Mundos Mudos - Da Weasel

Já em Abril tinha mencionado esta música, agora fica o novo videoclip...



Muito bom...


Blackle - Energy Saving Search

Quando o monitor está todo branco (uma página do Word, por exemplo), consome cerca de 74 watts. Quando está todo preto, utiliza, em média, 59 watts.

Partindo deste princípio, há alguns meses atrás, Mark Ontkush escreveu um artigo sobre a economia que poderia ser feita se a página do Google possuísse um fundo preto em vez de branco.

Levando em conta a altíssima popularidade do site, seriam economizados, segundo os cálculos de Mark, cerca de 750 megawatts por ano.

Em resposta ao post, o Google criou uma versão toda escura da sua search engine chamada blackle.com, que funciona exactamente igual à versão original mas consome menos energia.

Experimentem...

1 de julho de 2007

Die Hard 4.0

Grande filme, com acção, hackers e até alguma comédia.

Uma chamada de atenção ao nosso mundo cada vez mais controlado pelos computadores.

Gostei....

Site oficial

19 de junho de 2007

Minha Menina

site oficial - mondraker

Aproveito para apresentar a minha menina, isto porque ainda não o tinha feito.
Agora, aceita-se desafio (pequeno) para mim e para a ela ultima semana de Junho.

6 de junho de 2007

O sucesso e o fracasso

Esta mania moderna de investir, acima de tudo, no sucesso é enervante e desloca-nos, muitas vezes, do essencial. Vivemos apostados na miragem do resultado imediato, da realização fácil e do êxito a qualquer preço e, por isso mesmo, o sucesso converte-se muitas vezes em fracasso.

Quanto mais alta é a nossa fasquia, maior é a possibilidade de frustração. Ou, por outras palavras, quanto mais sôfregos somos quanto ao nosso sucesso pessoal e profissional, mais vulneráveis ficamos aos fracassos.
Ter ambição, traçar metas e zelar pelos resultados é saudável e até recomendável. Colhe bem quem semeia melhor. Quem tiver estratégia e objectivos. Quem souber o que está a fazer e porque está a fazer.
Até aqui nada de novo, as coisas só azedam verdadeiramente se hipotecarmos tudo em função de um ideal de sucesso fácil, rápido e permanente. Aí é que fica tudo estragado, pois a competição torna-se feroz. Ou matamos ou morremos; não resta uma terceira alternativa nesta terrível luta pelo sucesso.
A cultura do êxito instalada nas sociedades ditas modernas é uma cultura perversa na medida em que encerra grandes vazios e uma enorme solidão. Ter sucesso e exibir o sucesso conquistado implica um desgaste interior tremendo, muitas concessões e uma impossibilidade de baixar os braços ou abdicar daquilo que não nos convém.
Falo, naturalmente, do sucesso aparente, daquele que decorre do estatuto social, do poder e do fascínio que se exerce sobre os outros e que hoje em dia se convencionou ser o verdadeiro sucesso. Ao contrário do que muitos imaginam, uma aparência de sucesso profissional ou bem-estar social não é sinónimo de felicidade interior. A cultura do sucesso cria grandes desequilíbrios e fragilidades que frequentemente se traduzem em agressividade (verbal ou física) e raramente deixam margem para uma verdadeira realização pessoal.
Para muitos, ter sucesso é ter um bom carro, um bom emprego, um bom casamento e muito dinheiro para gastar. Para outros, ter sucesso é ter poder. Para outros, ainda, ter sucesso é conquistar tudo e todos à sua volta. Para aqueles que sabem verdadeiramente o significado da palavra, sucesso traduz-se de forma mais poética: é fazer aquilo que nos traz alegria, paz interior e uma liberdade para fazer aquilo que nos convém e não aquilo que os outros esperam de nós.
É neste ponto que reside a chave do sucesso. Secretamente todos sabemos que as pessoas com verdadeiro sucesso na vida são aquelas que apostam na sua paz interior, que não fazem concessões e preservam, acima de tudo, o essencial. Ter sucesso é isto mesmo, é saber o que é bom para nós e alinhar a nossa vida com a nossa natureza. É não imitar os outros nem esperar que as respostas às nossas dúvidas sejam dadas por quem não nos conhece (ou merece) e é saber, acima de tudo, que a distância entre sucesso e fracasso pode medir menos de um passo.

In “Xis ideias para pensar” (Laurinda Alves)